APELO PARA A IGREJA E PARA O MUNDO aos fiéis Católicos e aos homens de boa vontade


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Veritas liberabit vos.
Jo 8, 32

immacolataNum momento de grave crise, nós, Pastores da Igreja Católica, em virtude do nosso mandato, consideramos que é nosso dever sagrado dirigir um Apelo aos Nossos Irmãos no Episcopado, ao Clero, aos Religiosos, ao Povo santo de Deus e a todos os homens de boa vontade. Este Apelo é subscrito também por intelectuais, médicos, advogados, jornalistas e profissionais que concordam com o seu conteúdo, e é aberto à subscrição de quantos desejem fazê-lo. Os factos demonstraram que, com o pretexto da epidemia do COVID-19, se chegou, em muitos casos, a violar os direitos inalienáveis ​​dos cidadãos, limitando, de modo desproporcional e injustificado, as suas liberdades fundamentais, entre as quais o exercício da liberdade de culto, de expressão e de movimento. A saúde pública não deve e não pode tornar-se um álibi para desprezar os direitos de milhões de pessoas em todo o mundo, e muito menos para que a Autoridade civil negligencie o seu dever de agir com sabedoria para o bem comum; isto é ainda mais verdadeiro à medida que crescem as dúvidas, levantadas por diversas partes, sobre a efectiva contagiosidade, perigosidade e resistência do vírus: muitas vozes autorizadas do mundo da ciência e da medicina confirmam que o alarmismo sobre o COVID-19, por parte dos media, não parece absolutamente justificado.

Temos razões para crer, com base nos dados oficiais relativos à incidência da epidemia no número de mortes, que existem poderes interessados ​​em criar pânico entre a população com o único objectivo de impor permanentemente formas de inaceitável limitação das liberdades, de controlo de pessoas, de rastreamento das suas deslocações. Estes métodos de imposição arbitrária são um prelúdio perturbador da criação de um Governo Mundial isento de qualquer controlo.

Acreditamos também que, em algumas situações, as medidas de contenção adoptadas, incluindo o encerramento das actividades comerciais, determinaram uma crise que prostrou sectores inteiros da economia, favorecendo a interferência de poderes estrangeiros, com graves repercussões sociais e políticas.

Estas formas de engenharia social devem ser impedidas por aqueles que têm responsabilidades governamentais, adoptando as medidas destinadas a proteger os seus cidadãos, de quem são representantes e em cujo interesse têm uma séria obrigação de agir. Da mesma forma, ajude-se a família, célula da sociedade, evitando penalizar injustificadamente as pessoas débeis e os idosos, forçando-os a dolorosas separações dos seus entes queridos. A criminalização dos relacionamentos pessoais e sociais também deve ser julgada como parte inaceitável do plano daqueles que promovem o isolamento dos indivíduos, a fim de melhor manipulá-los e controlá-los.

Pedimos à comunidade científica que esteja atenta para que os tratamentos para o COVID-19 sejam promovidos com honestidade para o bem comum, evitando escrupulosamente que interesses iníquos influenciem as escolhas dos governantes e dos organismos internacionais. Não é razoável penalizar medicamentos que se mostraram eficazes, geralmente baratos, apenas porque se pretendem privilegiar tratamentos ou vacinas que não são igualmente válidas, mas que garantem às empresas farmacêuticas lucros muito maiores, agravando as despesas da saúde pública. Recordamos igualmente, como Pastores, que, para os Católicos, é moralmente inaceitável tomar vacinas nas quais seja usado material proveniente de fetos abortados.

Do mesmo modo, pedimos aos Governantes que estejam vigilantes para que sejam rigorosamente evitadas as formas de controlo dos cidadãos, seja através de sistemas de rastreamento, seja com qualquer outra forma de localização: a luta contra o COVID-19, por mais grave que seja, não deve ser o pretexto para favorecer intenções pouco claras de entidades supranacionais que têm fortíssimos interesses comerciais e políticos neste plano. Em particular, deve ser dada a possibilidade aos cidadãos de recusarem estas limitações da liberdade pessoal, sem impor qualquer forma de penalização para aqueles que não pretendem fazer uso de vacinas, métodos de rastreamento e de qualquer outro instrumento análogo. Considere-se também a óbvia contradição em que se encontram aqueles que adoptam políticas de redução drástica da população e, ao mesmo tempo, se apresentam como salvadores da humanidade sem terem legitimidade alguma, seja política ou social. Finalmente, a responsabilidade política de quem representa o povo não pode absolutamente ser confiada a técnicos que até reivindicam para si mesmos formas de imunidade penal no mínimo inquietantes.

Apelamos energicamente a que os meios de comunicação se empenhem activamente para uma exacta informação que não penalize a discordância, recorrendo a formas de censura, como está a acontecer amplamente nas redes sociais, na imprensa e na televisão. A exactidão da informação exige que seja dado espaço a vozes que não estejam alinhadas com o pensamento único, permitindo aos cidadãos que avaliem conscientemente a realidade, sem serem fortemente influenciados por intervenções parciais. Um confronto democrático e honesto é o melhor antídoto para o risco de impor subtis formas de ditadura, presumivelmente piores do que aquelas que a nossa sociedade viu nascer e morrer no passado recente.

Recordamos, por último, como Pastores responsáveis ​​pelo Rebanho de Cristo, que a Igreja reivindica firmemente a própria autonomia no governo, no culto, na pregação. Estas autonomia e liberdade são um direito inato que Nosso Senhor Jesus Cristo lhe concedeu para a prossecução das finalidades que lhe são próprias. Por este motivo, como Pastores, reivindicamos firmemente o direito de decidir autonomamente sobre a celebração da Missa e dos Sacramentos, assim como pretendemos absoluta autonomia nos assuntos que sejam da nossa imediata jurisdição, como as normas litúrgicas e os métodos de administração da Comunhão e dos Sacramentos. O Estado não tem direito algum de interferir, por qualquer motivo, na soberania da Igreja. A colaboração da Autoridade Eclesiástica, que nunca foi negada, não pode implicar, por parte da Autoridade Civil, formas de proibição ou de limitação do culto público ou do ministério sacerdotal. Os direitos de Deus e dos fiéis são a lei suprema da Igreja, que esta não pretende, nem pode, derrogar. Pedimos que sejam eliminadas as limitações à celebração pública dos serviços religiosos.

Convidamos as pessoas de boa vontade a não se esquivarem do seu dever de cooperarem para o bem comum, cada um segundo o próprio estado e as próprias possibilidades e em espírito de fraterna Caridade. Tal cooperação, desejada pela Igreja, não pode, contudo, prescindir nem do respeito pela Lei natural, nem da garantia das liberdades dos indivíduos. Os deveres civis, aos quais os cidadãos estão vinculados, implicam o reconhecimento, por parte do Estado, dos seus direitos.

Somos todos chamados a uma avaliação, coerente com o ensinamento do Evangelho, dos factos presentes. Isto implica uma escolha de campo: ou com Cristo ou contra Cristo. Não nos deixemos intimidar nem assustar por aqueles que nos fazem crer que somos uma minoria: o Bem é muito mais difundido e poderoso do que aquilo que o mundo nos quer fazer crer. Estamos a lutar contra um inimigo invisível, que separa os cidadãos entre si, os filhos dos pais, os netos dos avós, os fiéis dos seus pastores, os estudantes dos professores, os clientes dos vendedores. Não permitamos que, com o pretexto de um vírus, se apaguem séculos de civilização cristã, instaurando uma odiosa tirania tecnológica na qual pessoas sem nome e sem rosto possam decidir o destino do mundo, confinando-nos a uma realidade virtual. Se este é o plano a que se pretendem curvar os poderosos da terra, saibam que Jesus Cristo, Rei e Senhor da História, prometeu que «as portas do Abismo nada poderão» (Mt 16, 18).

Confiamos os Governantes e aqueles que regem o destino das Nações a Deus Omnipotente, para que os ilumine e os guie nestes momentos de grande crise. Lembrem-se de que, tal como a Nós, Pastores, o Senhor julgará pelo rebanho que nos confiou, também julgará os Governantes pelos povos de que têm o dever de defender e governar. Peçamos com fé ao Senhor para proteger a Igreja e o mundo. A Virgem Santíssima, Auxílio dos Cristãos, possa esmagar a cabeça da antiga Serpente e derrotar os planos dos filhos das trevas.

8 de maio de 2020
Santíssima Virgem do Rosário de Pompéia

FONTE:

https://veritasliberabitvos.info/apelo/

 

 

19 de março 2020 – SÃO JOSÉ, VALEI-NOS!


Irmãos e irmãs! A Paz de Cristo, o Amor de Maria e (mais do que nunca!) a Humildade de São José estejam com todos nós.

imagem-sao_joseCom particular alegria (pois celebro meu aniversário também em 19 de Março) me junto à Igreja e juntos celebramos a festividade de São José, Patriarca da Igreja Universal, como decretado pelo Papa Pio IX em 1870 (1). Estamos em um momento deveras urgente, para rogarmos a São José, que proteja os filhos da Igreja toda as pessoas. Ele que foi declarado Guardião do Redentor por São João Paulo II em 1989, na encíclica Redemptoris Custos, peçamos a São José que nos guarde nesses momentos de angústia pelas dificuldades de saúde, sociais e econômicas que o mundo todo enfrenta. Peçamos também que nessa quaresma, por conta das dificuldades enfrentadas, as pessoas não se afastem da sagrada Eucaristia, mas que suscite um profundo desejo de estar presente (na medida do possível) diante desse maravilhoso sacramento. Nos momentos difíceis de ataque à Igreja, o Papado apresentou São José como Padroeiro da Igreja, Patriarca e Mestre espiritual, então tomemos o exemplo das virtudes de São José neste combate diário.

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Deus escolheu José, e a mais ninguém


Da tribo de Judá e dos filhos de Davi, haviam de surgir grandes patriarcas, célebres líderes para o povo e reis da mais alta nobreza, mas Deus não escolheu nenhum deles, só José

Fonte: https://padrepauloricardo.org/blog/deus-escolheu-jose-e-mais-ninguem

imagem-sao_jose

 

Descrever a vida e as glórias de José é descrever ao mesmo tempo a vida de Jesus e as glórias de Maria, pois Jesus, Maria e José estão tão intimamente unidos, que é impossível falar de um sem tratar dos outros. Estes três queridos nomes — Jesus, Maria e José — formam aquela tríplice aliança celeste que não pode ser quebrada jamais. Aquele, pois, que se dedica a narrar a vida de São José, está encarregado da feliz missão de narrar também, em grande medida, as vidas de Jesus e Maria.

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Qual a minha missão?


Reflexão pessoal dirigida a todos os meus irmãos de comunidade, amigos, párocos, ordinários e a todos os interessados, em consonância com a fé católica apostólica romana e em comunhão com a Santa Sé.

Sobre a missão dos agentes de pastorais, leigos e fieis atuantes nas comunidades integrantes da paroquia Cristo Redentor

Várzea Paulista SP

Introdução

  • “Qual a minha missão?” como agente de pastoral? Como leigo fiel disposto a ajudar nas tarefas de organização da Igreja em suas diversas pastorais? Essa pergunta, feita dentro deste contexto, é um convite a reflexão. Que deve ser respondida à luz da experiência do Ressuscitado. Pessoalmente fui tomado por esse questionamento quando o pároco da Paroquia Cristo Redentor – Várzea Paulista, Padre Anderson – propôs uma serie de encontros e/ou palestras de formação para agentes de pastoral. O intuito dessas formações, pertinente e louvável, é suscitar um verdadeiro crescimento na fé e aprofundar o real motivo de nossa missão pastoral. Tomei a liberdade de sistematizar alguns pontos que considero importantes para o meu ministério. Nos parágrafos seguintes convido a refletir desde o motivo principal da missão pastoral, como orienta-lo e como se fortalecer espiritualmente para seguir em frente, nesta Igreja que foi enviada por Deus às nações para ser o sacramento Universal da Salvação [1]

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De Erro em Erro! Comentário ao artigo de Mario Sergio Conti publicado na Folha de São Paulo dia 10-11-2018


De Erro em Erro!

Comentário ao artigo “Gentileza gera gentileza” de Mario Sergio Conti Publicado na Folha de São Paulo dia 10-11-2018.

No dever de Católico Apostólico Romano, rogo o direito em defender a fé católica, frente a algumas falsas afirmações publicadas por Mario Sergio Conti em seu artigo “Gentileza gera gentileza”. Vale ressaltar que meu comentário não tem por objetivo refutar o artigo em sua totalidade, pois o autor em geral, apresenta suas opiniões pessoais. No entanto algumas delas, de forma sofista, fundamentadas em inverdades acerca da fé católica. Me dirijo especialmente aos católicos e aos irmãos protestantes que desejam conhecer um pouco mais da Doutrina da Igreja com a missão de apagar de vez o “espantalho” que acreditam ser a Igreja Católica.

A seguir apresento o artigo (em azul) e meus comentários.

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Um católico a favor do aborto pode comungar?


Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/um-catolico-a-favor-do-aborto-pode-comungar-37575

REDAÇÃO CENTRAL, 13 Jul. 18 / 06:00 pm (ACI).- Diante dos recentes casos de despenalização do aborto em países de maioria católica, como Irlanda, Colômbia, Chile e a possibilidade de que a mesma coisa aconteça na Argentina, surgiu a pergunta de se os fiéis que estão abertamente a favor desta prática podem receber a Eucaristia.

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HINO ADOROTE DEVOTE – SÃO TOMAS DE AQUINO


1.Adoro te devote, latens Deitas,
Quae sub his figúris vere látitas
Tíbi se cor méum tótum súbjicit
Quia te contémplans tótum déficit.
2.Vísus, táctus, gústus in te fállitur,
Sed audítu sólo tuto creditur
Credo quídquid díxit Dei Fílius
Nil hoc verbo veritátis vérius.
3.In crúce latébat sola Deitas,
At hic látet simul et humánitas
Ambo tamen crédens atque cónfitens,
Péto quod petívit látro paénitens.
4.Plagas, sicut Thomas, non intúeor
Déus tamen méum te confíteor
Fac me tíbi semper magis crédere,
In te spem habére, te dilígere.
5.O memoriále mórtis Dómini,
Pánis vívus vítam praéstans hómini,
Praésta méae ménti de te vívere,
Et te ílli semper dulce sápere.
6.Pie pellicáne Jésu Domine,
Me immundum munda túo sánguine,
Cújus una stílla sálvum fácere
Tótum múndum quit ab ómni scélere.
7.Jesu, quem velátum nunc aspício,
Oro fiat illud quod tam sítio
Ut te reveláta cérnens fácie,
Vísu sim beátus túae glóriae. Amem.
TRADUCAO:
1.Eu vos adoro devotamente, ó Divindade escondida,
Que verdadeiramente oculta-se sob estas aparências,
A Vós, meu coração submete-se todo por inteiro,
Porque, vos contemplando, tudo desfalece.
2.A vista, o tato, o gosto falham com relação a Vós
Mas, somente em vos ouvir em tudo creio.
Creio em tudo aquilo que disse o Filho de Deus,
Nada mais verdadeiro que esta Palavra de Verdade.
3.Na cruz, estava oculta somente a vossa Divindade,
Mas aqui, oculta-se também a vossa Humanidade.
Eu, contudo, crendo e professando ambas,
Peço aquilo que pediu o ladrão arrependido.
4.Não vejo, como Tomé, as vossas chagas
Entretanto, vos confesso meu Senhor e meu Deus
Faça que eu sempre creia mais em Vós,
Em vós esperar e vos amar.
5.Ó memorial da morte do Senhor,
Pão vivo que dá vida aos homens,
Faça que minha alma viva de Vós,
E que à ela seja sempre doce este saber.
6.Senhor Jesus, bondoso pelicano,
Lava-me, eu que sou imundo, em teu sangue
Pois que uma única gota faz salvar
Todo o mundo e apagar todo pecado.
7.Ó Jesus, que velado agora vejo
Peço que se realize aquilo que tanto desejo
Que eu veja claramente vossa face revelada
Que eu seja feliz contemplando a vossa glória. Amem

Os 25 segredos da luta espiritual que Jesus revelou a Santa Faustina


http://catholicus.org.br/os-25-segredos-da-luta-espiritual-que-jesus-revelou-santa-faustina/

Em Cracóvia, no dia 2 de junho de 1938, o Senhor Jesus ditou a uma jovem Irmã da Misericórdia um retiro de três dias. Faustina Kowalska registrou minuciosamente as instruções de Cristo em seu diário, que é um manual de mística na oração e na misericórdia divina.

Este diário guarda as revelações de Cristo sobre o tema da luta espiritual, sobre como proteger-se dos ataques do demônio. Estas instruções se tornaram a arma de Faustina na luta contra o maligno inimigo.

Jesus começou dizendo: ” Minha filha, quero instruir-te sobre a luta espiritual”. E estes foram seus conselhos:

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Por que a Igreja condena o Espiritismo?


Fonte: https://padrepauloricardo.org/episodios/por-que-a-igreja-condena-o-espiritismo

Segundo a Federação Espírita do Brasil, o “espiritismo é o conjunto de princípios e de leis,revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec que constituem a Codificação Espírita”. A revelação é por eles obtida pela invocação dos mortos, cujos espíritos seriam aqueles mencionados na definição. Esta é só a primeira das muitas incompatibilidades existentes entre o espiritismo e o cristianismo.

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Notificação sobre o abandono público da fé católica e da comunhão da Igreja por parte do Padre Wilson Vitoriano Ferreira da Silva e sua atual situação canônica Exorto os fiéis para que sejam “solícitos em guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz”


Notificação sobre o abandono público da fé católica e da comunhão da Igreja por parte

do Padre Wilson Vitoriano Ferreira da Silva e sua atual situação canônica

Exorto os fiéis para que sejam “solícitos em guardar a  unidade do Espírito pelo vínculo da paz”

(Ef 4,3).

Queridos diocesanos e diocesanas, há um pouco mais de um mês, nossa amada Igreja Particular de Jundiaí vive um dos momentos mais tristes de sua história: o abandono público da fé católica e da comunhão da Igreja por parte de um de seus presbíteros, o Padre Wilson Vitoriano Ferreira da Silva. Vendo-me obrigado a declarar a pena canônica na qual o sacerdote livremente incorreu e desejando dissipar toda confusão e inverdades, acho por bem explicar-lhes, resumidamente, todo o desenrolar desse triste acontecimento.

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Por que o ateísmo é tão comum nas universidades?


Antes de a pergunta: “por que o ateísmo é tão comum nas universidades” ser respondida é preciso definir qual o significado da palavra “ateísmo”. Muitas pessoas detém-se na definição etimológica dela, ou seja, a-teísmo quer dizer não-deus. O ateu, portanto, é aquela pessoa que diz que Deus não existe.

Todavia, segundo o Catecismo da Igreja Católica, o ateísmo é algo bastante complexo, com inúmeras facetas. Vejamos:

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Mensagem do PAPA Francisco de Natal 2015


MENSAGEM URBI ET ORBI
DO PAPA FRANCISCO

NATAL 2015

Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2015

[Multimídia]

Queridos irmãos e irmãs, feliz Natal!

Cristo nasceu para nós, exultemos no dia da nossa salvação!

Abramos os nossos corações para receber a graça deste dia, que é Ele próprio: Jesus é o «dia» luminoso que surgiu no horizonte da humanidade. Dia de misericórdia, em que Deus Pai revelou à humanidade a sua imensa ternura. Dia de luz que dissipa as trevas do medo e da angústia. Dia de paz, em que se torna possível encontrar-se, dialogar, e sobretudo reconciliar-se. Dia de alegria: uma «grande alegria» para os pequenos e os humildes, e para todo o povo (cf. Lc 2, 10).

Neste dia, nasceu da Virgem Maria Jesus, o Salvador. O presépio mostra-nos o «sinal» que Deus nos deu: «um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura» (Lc 2, 12). Como fizeram os pastores de Belém, vamos também nós ver este sinal, este acontecimento que, em cada ano, se renova na Igreja. O Natal é um acontecimento que se renova em cada família, em cada paróquia, em cada comunidade que acolhe o amor de Deus encarnado em Jesus Cristo. Como Maria, a Igreja mostra a todos o «sinal» de Deus: o Menino que Ela trouxe no seu ventre e deu à luz, mas que é Filho do Altíssimo, porque «é obra do Espírito Santo» (Mt 1, 20). Ele é o Salvador, porque é o Cordeiro de Deus que toma sobre Si o pecado do mundo (cf. Jo 1, 29). Juntamente com os pastores, prostremo-nos diante do Cordeiro, adoremos a Bondade de Deus feita carne e deixemos que lágrimas de arrependimento inundem os nossos olhos e lavem o nosso coração. Disto todos temos necessidade.

Ele, só Ele, nos pode salvar. Só a Misericórdia de Deus pode libertar a humanidade de tantas formas de mal – por vezes monstruosas – que o egoísmo gera nela. A graça de Deus pode converter os corações e suscitar vias de saída em situações humanamente irresolúveis.

Onde nasce Deus, nasce a esperança: Ele traz a esperança. Onde nasce Deus, nasce a paz. E, onde nasce a paz, já não há lugar para o ódio e a guerra. E no entanto, precisamente lá onde veio ao mundo o Filho de Deus feito carne, continuam tensões e violências, e a paz continua um dom que deve ser invocado e construído. Oxalá israelitas e palestinenses retomem um diálogo directo e cheguem a um acordo que permita a ambos os povos conviverem em harmonia, superando um conflito que há muito os mantém contrapostos, com graves repercussões na região inteira.

Ao Senhor, pedimos que o entendimento alcançado nas Nações Unidas consiga quanto antes silenciar o fragor das armas na Síria e pôr remédio à gravíssima situação humanitária da população exausta. É igualmente urgente que o acordo sobre a Líbia encontre o apoio de todos, para se superarem as graves divisões e violências que afligem o país. Que a atenção da Comunidade Internacional se concentre unanimemente em fazer cessar as atrocidades que, tanto nos referidos países, como no Iraque, Líbia, Iémen e na África subsaariana, ainda ceifam inúmeras vítimas, causam imensos sofrimentos e não poupam sequer o património histórico e cultural de povos inteiros. Penso ainda em quantos foram atingidos por hediondos actos terroristas, em particular pelos massacres recentes ocorridos nos céus do Egipto, em Beirute, Paris, Bamaco e Túnis.

Aos nossos irmãos, perseguidos em muitas partes do mundo por causa da sua fé, o Menino Jesus dê consolação e força. São os nossos mártires de hoje.

Paz e concórdia, pedimos para as queridas populações da República Democrática do Congo, do Burundi e do Sudão do Sul, a fim de se reforçar, através do diálogo, o compromisso comum em prol da edificação de sociedades civis animadas por sincero espírito de reconciliação e compreensão mútua.

Que o Natal traga verdadeira paz também à Ucrânia, proporcione alívio a quem sofre as consequências do conflito e inspire a vontade de cumprir os acordos assumidos para se restabelecer a concórdia no país inteiro.

Que a alegria deste dia ilumine os esforços do povo colombiano, para que, animado pela esperança, continue empenhado na busca da desejada paz.

Onde nasce Deus, nasce a esperança; e, onde nasce a esperança, as pessoas reencontram a dignidade. E, todavia, ainda hoje há multidões de homens e mulheres que estão privados da sua dignidade humana e, como o Menino Jesus, sofrem o frio, a pobreza e a rejeição dos homens. Chegue hoje a nossa solidariedade aos mais inermes, sobretudo às crianças-soldado, às mulheres que sofrem violência, às vítimas do tráfico de seres humanos e do narcotráfico.

Não falte o nosso conforto às pessoas que fogem da miséria ou da guerra, viajando em condições tantas vezes desumanas e, não raro, arriscando a vida. Sejam recompensados com abundantes bênçãos quantos, indivíduos e Estados, generosamente se esforçam por socorrer e acolher os numerosos migrantes e refugiados, ajudando-os a construir um futuro digno para si e seus entes queridos e a integrar-se nas sociedades que os recebem.

Neste dia de festa, o Senhor dê esperança àqueles que não têm trabalho – e são tantos! – e sustente o compromisso de quantos possuem responsabilidades públicas em campo político e económico a fim de darem o seu melhor na busca do bem comum e na protecção da dignidade de cada vida humana.

Onde nasce Deus, floresce a misericórdia. Esta é o presente mais precioso que Deus nos dá, especialmente neste ano jubilar em que somos chamados a descobrir a ternura que o nosso Pai celeste tem por cada um de nós. O Senhor conceda, particularmente aos encarcerados, experimentar o seu amor misericordioso que cura as feridas e vence o mal.

E assim hoje, juntos, exultemos no dia da nossa salvação. Ao contemplar o presépio, fixemos o olhar nos braços abertos de Jesus, que nos mostram o abraço misericordioso de Deus, enquanto ouvimos as primeiras expressões do Menino que nos sussurra: «Por amor dos meus irmãos e amigos, proclamarei: “A paz esteja contigo”»! (Sal 122/121, 8).


Terminada a Mensagem Urbi et Orbi, o Santo Padre desejou Boas-Festas Natalícias:

A vós, queridos irmãos e irmãs, congregados dos quatro cantos do mundo nesta Praça [de São Pedro] e a quantos estais unidos connosco nos vários países através do rádio, da televisão e doutros meios de comunicação, dirijo os meus votos mais cordiais.

É o Natal do Ano Santo da Misericórdia. Por isso desejo, a todos, que possais acolher na própria vida a misericórdia de Deus, que Jesus Cristo nos deu, para sermos misericordiosos com os nossos irmãos. Assim faremos crescer a paz. Feliz Natal!

fonte: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/messages/urbi/documents/papa-francesco_20151225_urbi-et-orbi-natale.html

 

Oito coisas que você deve saber sobre o Halloween antes de fantasiar seu filho


fonte: http://www.acidigital.com/noticias/oito-coisas-que-voce-deve-saber-sobre-o-halloween-antes-de-fantasiar-seu-filho-52919/

REDAÇÃO CENTRAL, 16 Out. 15 / 07:00 pm (ACI).- “O que o demônio faz para afastar-nos do caminho de Jesus? A tentação começa de forma sutil, mas cresce: sempre cresce. Esta cresce e contagia o outro, é transmitida e tenta ser comunitária. E, finalmente, para tranquilizar a alma, justifica-se. Cresce, contagia e se justifica”, advertiu o Papa Francisco em abril de 2014. Continuar lendo Oito coisas que você deve saber sobre o Halloween antes de fantasiar seu filho

‘Charlie-Charlie’: Atenção jovens, nem de brincadeira se deve “invocar espíritos”. Você brinca, eles não!


Fonte:

https://materecclesiauna.wordpress.com/2015/05/30/charlie-charlie-atencao-jovens-nem-de-brincadeira-se-deve-invocar-espiritos-voce-brinca-eles-nao/

                 Embora o tom seja predominantemente de brincadeira (basta vê vídeo abaixo) o assunto é sério e preocupante.

Não se deve brincar com isso pois os demônios, seres reais e não míticos, não brincam NUNCA. Nossa inocência e descompromisso não é capaz de nos defender se ‘brincarmos’ com o mal.

As sagradas escrituras condenam a invocação dos mortos ( Necromancia) e a doutrina da Igreja reafirma essa orientação.

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Um cristão deve consultar horóscopo?


FONTE: http://materecclesiauna.wordpress.com/2014/12/31/um-cristao-deve-consultar-horoscopo/

O diabo não busca outra coisa senão fechar e obstruir a estrada de nosso retorno a Deus

A astrologia pretende definir a vida humana a partir da posição ocupada pelos astros no dia do nascimento da pessoa. A astrologia e o horóscopo são cultivados desde remotas épocas antes de Cristo, ou seja, desde a civilização dos caldeus da Mesopotâmia, por volta de 2500 a.C.. Nessa época, os estudiosos pouco sabiam a respeito do sistema solar e dos astros em geral.

Segundo o grande mestre D. Estevão Bettencourt, tal “ciência” é falsa por diversos motivos:

1 – Baseia-se na cosmologia geocêntrica de Ptolomeu; conta sete planetas apenas, entre os quais é enumerado o Sol;
2 – A existência das casas do horóscopo ou dos compartimentos do zodíaco é algo de totalmente arbitrário e irreal;
3 – Os astros existentes no cosmo são quase inumeráveis; conhece-se interferências deles no espaço que outrora se ignorava. É notório também o fato de que os astros modificam incessantemente a sua posição no espaço. Por que então a astrologia leva em conta a influência de uma constelação apenas?;
4 – A astrologia incute uma mentalidade fatalista e alienante, que deve ser combatida, pois não corresponde aos genuínos conceitos de Deus e do homem. Registram-se erros flagrantes de astrólogos. (Revista PR, Nº 266 – Ano 1983 – Pág. 49).

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Mensagem de Natal do Papa Francisco e Benção Urbi et Orbi


Quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Boletim da Santa Sé

Queridos irmãos e irmãs, bom Natal!

Jesus, o Filho de Deus, o Salvador do mundo, nasceu para nós. Nasceu em Belém de uma virgem, dando cumprimento às profecias antigas. A virgem chama-se Maria; o seu esposo, José.

 

São as pessoas humildes, cheias de esperança na bondade de Deus, que acolhem Jesus e O reconhecem. Assim o Espírito Santo iluminou os pastores de Belém, que acorreram à gruta e adoraram o Menino. E mais tarde o Espírito guiou até ao templo de Jerusalém Simeão e Ana, humildes anciãos, e eles reconheceram em Jesus o Messias. «Meus olhos viram a salvação – exclama Simeão – que ofereceste a todos os povos» (Lc 2, 30-31).

Sim, irmãos, Jesus é a salvação para cada pessoa e para cada povo!

A Ele, Salvador do mundo, peço hoje que olhe para os nossos irmãos e irmãs do Iraque e da Síria que há tanto tempo sofrem os efeitos do conflito em curso e, juntamente com os membros de outros grupos étnicos e religiosos, padecem uma perseguição brutal. Que o Natal lhes dê esperança, como aos inúmeros desalojados, deslocados e refugiados, crianças, adultos e idosos, da Região e do mundo inteiro; mude a indiferença em proximidade e a rejeição em acolhimento, para que todos aqueles que agora estão na provação possam receber a ajuda humanitária necessária para sobreviver à rigidez do inverno, retornar aos seus países e viver com dignidade. Que o Senhor abra os corações à confiança e dê a sua paz a todo o Médio Oriente, a começar pela Terra abençoada do seu nascimento, sustentando os esforços daqueles que estão ativamente empenhados no diálogo entre Israelitas e Palestinianos.

Jesus, Salvador do mundo, olhe para quantos sofrem na Ucrânia e conceda àquela amada terra a graça de superar as tensões, vencer o ódio e a violência e embarcar um caminho novo de fraternidade e reconciliação.

Cristo Salvador dê paz à Nigéria, onde – mesmo nestas horas – mais sangue foi derramado e muitas pessoas se encontram injustamente subtraídas aos seus entes queridos e mantidas reféns ou massacradas. Invoco paz também para outras partes do continente africano. Penso de modo particular na Líbia, no Sudão do Sul, na República Centro-Africana e nas várias regiões da República Democrática do Congo; e peço a quantos têm responsabilidades políticas que se empenhem, através do diálogo, a superar os contrastes e construir uma convivência fraterna duradoura.

Jesus salve as inúmeras crianças vítimas de violência, feitas objeto de comércio ilícito e tráfico de pessoas, ou forçadas a tornar-se soldados; crianças, tantas crianças vítimas de abuso. Dê conforto às famílias das crianças que, na semana passada, foram assassinadas no Paquistão. Acompanhe todos os que sofrem pelas doenças, especialmente as vítimas da epidemia de Ebola, sobretudo na Libéria, Serra Leoa e Guiné. Ao mesmo tempo que do íntimo do coração agradeço àqueles que estão trabalhando corajosamente para assistir os doentes e os seus familiares, renovo um premente apelo a que sejam garantidas a assistência e as terapias necessárias.

Jesus Menino. Penso em todas as crianças assassinadas e maltratadas hoje, seja naquelas que o são antes de ver a luz, privadas do amor generoso dos seus pais e sepultadas no egoísmo duma cultura que não ama a vida; seja nas crianças desalojadas devido às guerras e perseguições, abusadas e exploradas sob os nossos olhos e o nosso silêncio cúmplice; seja ainda nas crianças massacradas nos bombardeamentos, inclusive onde o Filho de Deus nasceu. Ainda hoje o seu silêncio impotente grita sob a espada de tantos Herodes. Sobre o seu sangue, estende-se hoje a sombra dos Herodes do nosso tempo. Verdadeiramente há tantas lágrimas neste Natal que se juntam às lágrimas de Jesus Menino!

Queridos irmãos e irmãs, que hoje o Espírito Santo ilumine os nossos corações, para podermos reconhecer no Menino Jesus, nascido em Belém da Virgem Maria, a salvação oferecida por Deus a cada um de nós, a todo o ser humano e a todos os povos da terra. Que o poder de Cristo, que é libertação e serviço, se faça sentir a tantos corações que sofrem guerras, perseguições, escravidão. Que este poder divino tire, com a sua mansidão, a dureza dos corações de tantos homens e mulheres imersos no mundanismo e na indiferença, na globalização da indiferença. Que a sua força redentora transforme as armas em arados, a destruição em criatividade, o ódio em amor e ternura. Assim poderemos dizer com alegria: «Os nossos olhos viram a vossa salvação».

Com estes pensamentos, a todos bom Natal!

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O verdadeiro sentido do Natal para os católicos


Fonte: http://www.catolicismoromano.com.br/content/view/738/37/

O verdadeiro Natal nunca muda, pois não muda também a compreensão do que é o Natal na alma dos católicos de verdade.
Nessas almas, mais do que o consumismo estúpido, mais do que a vermelha figura do Papai Noel, em seu trenó deslizante no verão brasileiro, mais do que a maçante Gingle Bells, exaustivamente tocada nas lojas com descartáveis produtos coloridos, ressoa o hino cantado pelos anjos “Glória in excelsis Deo”.

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DEBATE INTER-RELIGIOSO SEM ESQUECER QUE CRISTO É DEUS!


Fonte: http://materecclesiauna.wordpress.com/2014/12/03/para-pensar-com-calma-e-nao-tornar-jesus-inutil/

Quando hoje a Igreja, com renovada consciência, abre-se para o diálogo com as outras religiões, deve sempre conservar a atitude de fecunda tensão que sempre a norteou no contato com as realidades não-cristãs:

De um lado abertura para reconhecer tudo quanto de bom aí possa encontrar-se, individuando nessas realidades as sementes do Verbo, espalhadas em todas as realidades criaturais, já que tudo quanto existe foi criado através do Filho morto e ressuscitado e para o Filho morto e ressuscitado. Isso nos livra de todo fechamento e de ver o demônio em tudo que esteja fora da sacristia!

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Satanistas devolvem hóstia consagrada à arquidiocese de Oklahoma


Fonte: http://materecclesiauna.wordpress.com/2014/08/25/satanistas-devolvem-hostia-consagrada-a-arquidiocese-de-oklahoma/

A hóstia consagrada que um satanista da cidade norte-americana de Oklahoma tinha declarado que usaria na realização pública de uma “missa negra” no mês que vem foi entregue à arquidiocese local. A informação é da própria arquidiocese.
 
Um dia depois de o arcebispo dom Paul Coakley dar início a um processo contra Adam Daniels, o líder do grupo satânico que planeja realizar a “missa negra” no Centro Cívico de Oklahoma, o satanista concordou em entregar ao arcebispado a hóstia consagrada.

Francisco é sucessor de São Pedro, não de Judas


Fonte: 

http://materecclesiauna.wordpress.com/2014/08/13/francisco-e-sucessor-de-sao-pedro-nao-de-judas/

Ao final de sua homilia na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, o Papa Francisco citou uma frase de Bento XVI. Não foi a primeira e nem será a última vez que um Pontífice fará referência a seus predecessores. Afinal, ao mesmo tempo em que é visível no Papa o poder de São Pedro, dado pelo próprio Cristo (cf. Mt 16, 19), deve ficar nítida também a dimensão do serviço. O Papa não é o autor da verdade, mas seu servidor fiel; é sucessor de São Pedro e, por isto, tem consciência do imenso número de homens que o antecederam, ajudando a conservar e zelar pelo patrimônio imemorial que é a nossa fé.

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Onde está a Referência? Sola Scriptura pela metade!!!


Por Bob Stanley

 Cristãos Bíblicos, aqueles que acreditam em Sola Scriptura, ensinam que a Bíblia é completa e que ela é a única coisa necessária. Eles ensinam que todas as respostas são dadas pela Escritura. Desejo desmentir esta idéia mostrando que há muitas perguntas feitas na Escritura que não são respondidas na mesma. Então aonde devemos ir para encontrar aquelas respostas a fim de ter a verdade em plenitude e não só uma parte dela?

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Mãe de futuro bispo ouviu de médico durante a gravidez: Seu filho vai ser um monstro


Ele sugeriu o aborto. Ela respondeu: É meu filho e nós vamos aceitar o que Deus nos enviar

Roma, 06 de Novembro de 2013 www.zenit.org

Neste último dia 11 de outubro, o papa Francisco nomeou dom Andrew Cozzens como o novo bispo auxiliar de St. Paul, Minneapolis, nos Estados Unidos. É uma das tantas nomeações que o santo padre faz e que poderia ter passado despercebida se não fosse pelo fato de que a mãe do novo bispo, dona Judy, narrou a história da sua gravidez para o jornal The Catholic Spirit, revelando que Andrew teria sido abortado se ela tivesse ouvido os conselhos do próprio médico.  Continuar lendo Mãe de futuro bispo ouviu de médico durante a gravidez: Seu filho vai ser um monstro

A Cátedra de São Pedro: Trono do Papa e símbolo da infalibilidade


Por : Victor Hugo Toniolo

Fonte: http://www.veritatis.com.br/apologetica/igreja-papado/9268-a-catedra-de-sao-pedro-trono-do-papa-e-simbolo-da-infalibilidade

 

Sentado em uma simples cadeira de carvalho, São Pedro presidia as reuniões da primitiva Igreja. Ao longo dos séculos, essa preciosa relíquia foi crescendo em valor e significado.

Nenhum transeunte parecia dar qualquer atenção àquele judeu de aspecto grave que subia com passo firme uma rua do Monte Aventino, em Roma, no ano 54 da Era Cristã.

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A Bíblia das Testemunhas de Jeová é confiável?


Fonte: http://www.veritatis.com.br/apologetica/106-biblia-tradicao-magisterio/818-a-biblia-das-testemunhas-de-jeova-e-confiavel

José Carlos Sampedro Forner

Freqüentemente em suas visitas domiciliares, os Testemunhas de Jeová não acham inconveniente que se use uma Bíblia católica. Porém, insensivelmente, a vão deixando para recorrer a sua própria versão. É confiável esta versão? Poderíamos falar de duas versões: a inglesa “Tradução do Novo Mundo” e a espanhola “Tradução do Novo Mundo da Santas Escrituras”.

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Críticas à tradução do Novo Mundo das Escrituras


Fonte: http://www.veritatis.com.br/apologetica/120-protestantismo/833-criticas-a-traducao-do-novo-mundo-das-escrituras

Dennis Swick

A Bíblia das Testemunhas de Jeová é conhecida como a Tradução do Novo Mundo. A Sociedade Torre da Vigia crê que esta é a tradução mais exata da Bíblia e é a única usada em seus ensinamentos e leitura. Esta Bíblia apareceu primeiramente em inglês, em um único livro, em 1961, após ter sido apresentada em cinco volumes sucessivos publicados em 1953, 1955, 1957, 1958 e 1960. A versão espanhola surgiu em 1967, numa primeira edição de 500 mil exemplares.

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A confissão do médico que fundou a liga pró-aborto nos EUA: eles mentiram sobre o número de abortos, o número de mortes e as pesquisas. E atacavam de forma deliberada os cristãos. Era uma tática para ganhar a opinião pública


Por Reinaldo Azevedo

FONTE: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-confissao-do-medico-que-fundou-a-liga-pro-aborto-nos-eua-eles-mentiram-sobre-o-numero-de-abortos-o-numero-de-mortes-e-as-pesquisas-e-atacavam-de-forma-deliberada-os-cristaos-era-uma-tatica-para/

Vocês sabem que eu não sou do tipo que “esquece” determinados temas. Há leitores que reclamam um pouco disso. Lamento por estes. Considero “não esquecer” uma virtude. Já demonstrei aqui a escandalosa mentira sobre o número de mulheres mortas em decorrência de abortos clandestinos: ONGs e lobbies em favor da descriminação do aborto falam em 200 mil vítimas. Eleonora Menicucci, ministra das Mulheres, foi à ONU ser “sabatinada” (sinto vergonha até de escrever isso) e engoliu o número como verdadeiro. Faz sentido. Ela, como militante pró-aborto, ajudou a fabricá-lo. O próprio ministro da Saúde admite que esse número deve ser, no mínimo, dividido POR CEM! Também é estúpida a suposição de que se fazem um milhão de abortos por ano no país.

Abortistas exibem esses números fantasiosos e acusam de “fundamentalismo religioso” todos aqueles que ousam contestar suas mentiras, como se apenas os crentes se opusessem à prática, o que é falso. Ocorre, meus queridos, que trabalhar com números falsos e demonizar as igrejas são atitudes que integram uma atuação de caráter político, militante.

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